Fandom

LyricWiki

Indrominado:À Procura De Um Abrigo Lyrics

1,868,396pages on
this wiki
Add New Page
Talk2 Share

Ad blocker interference detected!


Wikia is a free-to-use site that makes money from advertising. We have a modified experience for viewers using ad blockers

Wikia is not accessible if you’ve made further modifications. Remove the custom ad blocker rule(s) and the page will load as expected.

StarIconBronze
LangIcon
À Procura De Um Abrigo

This song is by Indrominado.

Indrominado...com Neutro, Autonomia...

Parece que neste mundo a escravatura nao extingiu
Evoluiu, o centro do mundo atingiu
O que escraviza cresceu, não caiu
Escuta, o que eu te digo mano
Não vês o que eu digo mano
Este cenário presente no quotidiano mano
Existe alguém que continua controlando, manipulando
Alguém que continua no comando
Usando a população para seu próprio agrado, cuidado
Estado de alerta redobrado
Porque a cada minuto que passa mais alguem é roubado
Pelo estado, chulado até ao ultimo centavo
E entretanto eu fico fulo, bravo
Fico, mas é fodido, tenho nojo do mundo em que vivo
Ou sobrevivo, mas afinal o que é viver
Nascer, crescer, aprender a apreender
Passar a vida a trabalhar para morrer
Para no esquecimento ao longo do tempo cair
E desaparecer, para sempre
Porque é que a lei da vida, não é diferente
Sonho com um mundo risonho, e contente, para toda a gente
Que vive e sente, e sabe que a vida não dura muito, mas sim pouco tempo
Vidas vão-se perdendo (Desaparecendo e aparecendo...)
À medida que uns morrem, uns vão nascendo
E entretanto, o mundo vai-se movendo
Por vezes dando voltas que eu não compreendo
Eu fico atento, a todo e qualquer movimento
Mas o que mais sobressai é sem duvida o cinzento
Betão em fumo denso, bombardeamento quimico intenso
Por culpa d'um, os outros vão pagar o preço
(Vão pagar, vão pagar . . .)

À procura d'um abrigo mano
Conta comigo, sou teu amigo
E comigo não há perigo
Levanta-te de cabeça erguida
E segue a vida
Porque neste trilho frio
Só se safa, quem tem brio

À procura d'um abrigo mano
Conta comigo, sou teu amigo
E comigo não há perigo
Levanta-te de cabeça erguida
E segue a vida
Porque neste trilho frio
Só se safa, quem tem brio

Cuidadooo, nem mais um passo
Deitado a um canto e dado como um fracasso
Dá-lhe a mão e um abraço, pois por breves instantes
Poderas tocar num gênio, aquele que é velho ou novo
Isso não interessa, e num cartão deitado
O mesmo amigo de sempre vai respirando o teu oxigênio
Nada comparado ao teu estilo de vida´
À grande é tudo muito, e a refeição rezas por ter um tecto
Pois é, mas o espectro junto com o reflexo da realidade
Desta sociedade, são jovens, putas e homens
Enrolados em tapetes encharcados
Como mortalhas p'ros charros, sem rodas p'ros carros
Não há nepia, nem guito
E o frio gela corações com brio
E tu respondes, desses, nunca nada se viu
Nao há hipoteses, são mendigos, deixa-os tar
Mano, até onde queres chegar
Sem condições eles seguem, perseguem qualquer estrilho
Qualquer atentado e sem vergonha estendem-te a mão
O coração ferido caga p'ra quem o ignora
Ora p'ra quem já levou estaladas da vida
Que por muito abstractas que sejam, deixam rasto de degradação
E tu, mano, na mão tens um ataque à moralidade humana
Mas caga, não vales nada, amachucas o sofrimento
De quem consegues, mas não queres ajudar
Como uma carta, da tua sócia, dama, namorada
Estes seres humanos são tratados como bichos e como tal
Adaptam-se ao seu, habitat natural
Na rua, onde a realidade não se esconde
Como tu debaixo da cama, quando troveja
Manos, da união, hoje há reunião na rua
À procura d'um abrigo, une o teu amigo
E sabes uma, puto tou contigo, tou contigo, tou contigo tou contigo . . . !

À procura d'um abrigo mano
Conta comigo, sou teu amigo
E comigo não há perigo
Levanta-te de cabeça erguida
E segue a vida
Porque neste trilho frio
Só se safa, quem tem brio

À procura d'um abrigo mano
Conta comigo, sou teu amigo
E comigo não há perigo
Levanta-te de cabeça erguida
E segue a vida
Porque neste trilho frio
Só se safa, quem tem brio

Also on Fandom

Random Wiki